Pokémon Go e a infantilização do homem moderno.

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6 Resultados

  1. Brock Tinyeyes disse:

    Olá Lucas.

    Venho aqui discordar do seu texto, porém não me leve a mal, mas o que me parece é que sua visão quanto ao produto é dotada de muitas impressões levianas, porém, percebo que não é somente sua culpa e a parcela disso vem do quanto a mídia vem explorando certos casos e certos blogs inventando tais a fim de gerar cliques, seja extrapolando enaltecendo-o ou depreciando-o.
    Vou relatar minha visão que é compartilhada por meus amigos, colegas de trabalho (inclusive meus chefes), namorada e família.
    Em geral, o público de Pokemon GO não deixam suas obrigações de lado. O que fazemos é nos horários livres abrimos o aplicativo, nos locomovemos para onde precisamos ir e simplesmente nos divertimos (ida e volta de ônibus, hora do almoço, correndo).
    O público alvo certamente é sim os de acima de 20 anos. Nós fãs mantemos a nostalgia da primeira geração, somos mais propensos a ter o poder aquisitivo sermos adeptos à tecnologia que eles nos apresentam em seu produto.
    Ao simplesmente ignorar este acontecimento de mudanças de paradigmas em nosso entretenimento virtual é ficar cego ao seu redor.

    • Sander disse:

      Eu era mais ler o catecismo ou rezar o santo rosário nos horários livres. Me parece mais importante 😛 Hahahaha. Obrigações a nós (católicos) não faltam. Sempre fui muito fá de pokémon, mas me nego a gastar meu tempo com isso. Há almas demais precisando de oração e assuntos demais para serem estudados para que eu me dê o luxo de gastar meu tempo livre catando monstrinhos.

      • Pires disse:

        Boa noite, então Sander o que impede ele de cumprir com as obrigações dele como católico, rezando o terço ou conhecer mais a doutrina católica, de usar seu tempo livre para utilizar o jogo em seu horário livre, acho que pra tudo há um tempo basta saber utilizá-lo.

  2. Thaian disse:

    Conteúdo de excelência. Obrigado, Bravus.

  3. Carla Vancsek Soares disse:

    Muito bom texto!

  4. Alexandro disse:

    Percebi a essência do texto. A maioria não conseguiu discordar sem ser ofensivo, ou seja, até o respeito que outrora era natural agora é jóia rara.

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