Fróes Responde Ep. 1 – Gillette

Ontem alguns confrades e eu discutimos sobre a propaganda da Gillette. É boa? É nociva? Vamos falar um pouco sobre essa campanha contra a tal “masculinidade tóxica”?

Já vou começar dizendo que não se deve, sob nenhuma hipótese, fazer uma análise de qualquer peça publicitária que tem a intenção de pautar o comportamento da sociedade (ou de parte dela) sem levar em consideração todo o contexto (social, cultural, moral e ideológico) em que ela foi criada.

Apesar desta ser a primeira coluna aqui para o Bravus, os meus fiéis seis leitores já estão carecas de saber que gosto de ir direto ao ponto. Posto isso, falarei de dois aspectos importantes (entre muitos) para contextualizar a propaganda.

1 – O movimento #metoo (vá pesquisar no Google. AGORA!), nos EUA, abriu um precedente nefasto. Pela primeira vez na história das nações modernas, cujas leis se inspiram no direito romano, o homem é culpado até que se prove inocente.
Basta uma mulher gritar “estupro” que a vida do cara acaba. Ponto. Mesmo sendo inocente, estará tão marcado como um ex-presidiário buscando emprego em um banco.
A palavra do homem contra o de uma mulher não tem mais valor nenhum (aliás, sugiro cuidado aos confrades).

2 – A American Psychological Association classificou, na semana passada, o conceito de masculinidade tradicional como doença. Sério.

As forças progressistas estão em guerra aberta e declarada contra a masculinidade. Não sei o porquê, contudo deixo, inocentemente, a tese dos acadêmicos da Escola de Frankfurt (intelectuais socialistas): […] o colapso da autoridade paterna [isto é, especificamente do pai] dentro da família pode tender a aumentar a prontidão da geração seguinte em aceitar mudanças sociais”.

Voltando à propaganda da Gillette. É óbvio que não se deve tocar uma mulher de forma inapropriada e nem usar a violência como um psicopata, mas será que fazer uma propaganda focando apenas no lado negativo da masculinidade é a melhor maneira de formar jovens homens?

Eu penso que não. Acredito que seria melhor apresentar exemplos positivos de coragem, uso justo da violência, cavalheirismo, fidelidade, honradez etc. Assim, estaríamos mostrando para o mundo o que a masculinidade tem a acrescentar; o que nós, os homens, fazemos e que contribui para tornar o mundo um lugar melhor.

Homens, confrades, não se deixem levar por esse progressismo desvairado que quer igualar homens e mulheres. Somos iguais, sim, em dignidade. Mas diferentes nos papéis que devemos desempenhar na família, no trabalho e no mundo.

Até a próxima! Que Deus nos abençoe.

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1 Resultado

  1. Gradson disse:

    Com certeza, não vemos mais exemplo de homem hj. Em todo lado vemos comerciais e atitudes que visam somente aplausos, ainda que seja por algo sem sentido. Obrigado bravus amigos, por irem na direção contrária; digo: Na direção certa. Deus os abençoe.

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